
Conquanto ser-me-ia aquilo que queria,
ainda não irei por me ser de cor cinzenta,
posto que, de fato, não sou mais-valia,
sou-me aqui um quarto em parte macilenta,
quando não, venho a ser ulcerada ufania
e adentro quinquilharias pouco lamacentas,
em mim soterro o reto à tudo que desvia-
me e me arranca, da vida, a placenta.
E o que me ser-me-ia em si se foi baldado
no cio da cotovia que assovia o que éramos,
feito formalmente ponto malogrado
que sutil se descansa dentro em féretro:
um, feito tudo que se pode ser parto,
outro, feito tudo que se pode ser pérfido.

Gostei muito do teu blog! de muita qualidade, requinte... Poemas realmente concretos! parabéns!!
ResponderExcluirSou Diego Schaun, músico e poeta. www.diegoschaun.blogspot.com Espero que goste. Depois, dê uma passadinha lá!